Negócios do Grupo

Naval

GRI 2.1, 2.2, 2.3 e 2.4 A atuação do Grupo Camargo Corrêa no setor naval ocorre por meio do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), no Complexo de Suape (PE), e da Quip, de Rio Grande (RS) - duas das principais empresas brasileiras dos setores naval e de plataformas offshore. O EAS foi idealizado pelo grupo, que detém 40% de seu capital, e produz todos os tipos de navios cargueiros - petroleiros, conteineiros, graneleiros e de cargas gerais, entre outros - e plataformas offshore de exploração de petróleo. A Quip, da qual o grupo possui 27,25% das ações, atende o mercado de construções de plataformas offshore e é a primeira empresa do país a desenvolver o projeto básico de plataformas de petróleo na modalidade EPC (Engineering, Procurement and Construction). A participação nessas empresas representa a crença do Grupo no potencial do setor, decorrente da exploração das jazidas descobertas na camada pré-sal no litoral brasileiro.

O exercício de 2010 marcou a cerimônia de batismo e o lançamento ao mar do navio João Cândido, o primeiro do tipo Suezmax produzido pelo EAS, o único estaleiro de quarta geração do Hemisfério Sul. Na sequência, o estaleiro realizou o batimento de quilha do segundo navio tipo Suezmax. Ambos estão inseridos no âmbito do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Transpetro. No final do ano, o EAS venceu a licitação de US$ 4,65 bilhões da Petrobras para a construção dos primeiros sete navios-sondas de perfuração em águas profundas (Drillship) para a exploração de petróleo do pré-sal. Ao todo, o estaleiro conta com pedidos de US$ 8,2 bilhões em carteira.

GRI EC1

 

Naval - Gráficos 1

A Quip encerrou o exercício com US$ 2,2 bilhões de pedidos em carteira. Em janeiro de 2010, a empresa assinou contrato com a Petrobras para a construção da plataforma P-63, no valor de US$ 1,3 bilhão. A empresa também avançou na construção de suas plataformas, com o início da edificação da plataforma P-55 no dique seco em Rio Grande e o início da conversão do casco da plataforma P-63.

GR1 2.8 Tanto o EAS quanto a Quip são responsáveis por impactos econômicos e sociais bastante positivos nas regiões onde estão sediados. No estaleiro, metade dos postos de trabalho são ocupados por moradores do entorno do empreendimento que receberam treinamento específico para suas funções - o que demandou um investimento de R$ 16 milhões.

O impacto do estaleiro ultrapassa fronteiras. Em 2010, 130 soldadores brasileiros que atuavam na indústria naval japonesa foram repatriados e empregados no EAS. Já a Quip atua em uma região que experimentou altos índices de crescimento nos últimos anos, por conta da retomada do polo naval de Rio Grande.  As empresas mantêm uma série de projetos sociais e ambientais em seu entorno.

GRI 2.8

Naval indicador desempenho 1

Naval indicador desempenho 2